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terça-feira, 20 de junho de 2023
sexta-feira, 9 de junho de 2023
quarta-feira, 11 de janeiro de 2023
quinta-feira, 6 de outubro de 2022
quarta-feira, 6 de julho de 2022
terça-feira, 7 de junho de 2022
sexta-feira, 24 de setembro de 2021
segunda-feira, 12 de julho de 2021
Os parques eólicos estão a gerar controvérsia na Europa
O barulho, o risco para a biodiversidade e a incapacidade de as turbinas eólicas serem totalmente recicladas, estão a levar várias pessoas a pôr em causa a aposta nesta fonte de energia.
sexta-feira, 21 de maio de 2021
quinta-feira, 9 de julho de 2020
domingo, 5 de janeiro de 2020
Carne impressa em 3D para a nossa mesa
A indústria de produção de carne é uma das mais poluentes do mundo. Perante o agravamento das alterações climáticas, os consumidores procuram cada vez mais formas de nutrição alternativas.
quarta-feira, 18 de dezembro de 2019
Margrethe Vestager alerta para o enorme consumo energético associado à utilização da internet
E com a chegada da 5G nas comunicações móveis a preocupação é crescente, já que se espera que a introdução da quinta geração aumente, por si só, o consumo de electricidade em 3,8 terawatts por hora até 2025.
terça-feira, 6 de agosto de 2019
Franky Zapata, o "Homem voador", atravessou o Canal da Mancha
O francês que inventou uma prancha voadora atravessou com sucesso o Canal da Mancha.
Franky Zapata, de 40 anos, completou a travessia de 35 quilómetros em 22 minutos. Saiu da cidade de Sangatte, na costa francesa, e aterrou na baía de Saint Margaret, na Grã-Bretanha.
Foi a segunda tentativa do inventor para cruzar o Canal da Mancha. A primeira, 10 dias atrás, terminou com Zapata a colidir com um barco de reabastecimento a meio do percurso.
segunda-feira, 5 de agosto de 2019
Uma nova forma de imprimir peças para o coração
«Estruturas anatómicas produzidas através de impressão 3D são feitas com colagénio, a proteína mais abundante nos tecidos humanos, e imitam as peças que fazem parte do coração
A nova técnica de impressão 3D chama-se FRESH, uma sigla em inglês que resume a uma palavra simples um processo complexo. O método, descrito num artigo publicado esta semana na revista Science, permite ultrapassar alguns obstáculos da bio-impressão em 3D prometendo uma “resolução e fidelidade sem precedentes usando materiais leves e vivos”. Para mostrar o sucesso desta técnica, os cientistas começaram pela impressão de peças soltas do coração e avisam que estão perto de conseguir fazer um coração humano inteiro.
“O que mostrámos é que podemos imprimir pedaços do coração, a partir de células e colagénio, criando partes que funcionam realmente, como uma válvula cardíaca ou um pequeno ventrículo a bater”, diz Adam Feinberg, professor de engenharia biomédica e engenharia de materiais na Universidade Carnegie Mellon, na Pensilvânia (EUA), onde se realizou este trabalho. A equipa de investigadores usou dados recolhidos em exames de ressonância magnética de um coração humano para reproduzir com precisão a estrutura anatómica específica do órgão de um doente numa bio-impressão 3D em colagénio e células humanas, explica o comunicado da universidade.
No artigo da Science, os cientistas adiantam que o colagénio é o componente principal da matriz extracelular do corpo humano, mas que até agora têm surgido vários obstáculos na tarefa usar esta proteína para replicar a estrutura e função de tecidos e órgãos. “Cada um dos órgãos do corpo humano, como o coração, é construído a partir de células especializadas que são mantidas juntas por um suporte biológico chamado matriz extracelular”, simplifica o comunicado, adiantando que esta rede de proteínas fornece a estrutura e os sinais bioquímicos que as células precisam para realizar sua função normal. “No entanto, até agora não foi possível reconstruir essa arquitectura complexa da matriz extracelular usando métodos tradicionais de biofabricação.” Imprimir com células vivas não é fácil.
O novo método que parece ter derrubado estas barreiras é complexo, envolvendo o controlo da gelificação activada pelo pH e uma alta resolução conseguida com filamentos de 20 micrómetros (mais ou menos a espessura de um cabelo humano). O resultado é uma “microestrutura porosa que permite uma rápida infiltração celular e microvascularização, bem como resistência mecânica para o fabrico e perfusão de vasculatura e válvulas com três folhas”. Ou seja, conseguiram “produzir” novas peças funcionais para reparar corações humanos avariados. O processo ficou a chamar-se FRESH que arriscando uma tradução da sigla em inglês quer dizer qualquer coisa como “incorporação reversível de forma livre de hidrogéis suspensos”.
“Percebemos que os corações bio-impressos 3D através do FRESH reproduzem com precisão a anatomia específica do doente que é determinada por tomografia microcomputorizada”, sublinham os autores do artigo especificando algumas das qualidades das novas peças. Dizem, por exemplo, que os “ventrículos cardíacos impressos com cardiomiócitos [células dos tecidos do coração] humanos revelaram contracções sincronizadas, potencial da acção da propagação direccional e uma capacidade de espessamento da parede até 14% durante o pico da sístole [período de contracção do coração]”.
Agora – adianta o comunicado da universidade – com o recurso a estes “materiais leves e vivos” a engenharia de tecidos ficou um passo mais perto de imprimir em 3D um coração humano adulto de tamanho normal. Os cientistas da instituição norte-americana lembram que há mais de quatro mil pessoas nos Estados Unidos à espera de um transplante de coração. Em Portugal, em 2018, a lista teria mais de 30 pessoas à espera de um novo coração.
“O colagénio é um biomaterial muito indicado para a impressão 3D, porque compõe literalmente cada um dos tecidos do nosso corpo”, explica Andrew Hudson, aluno de doutoramento no laboratório de Adam Feinberg e co-primeiro autor do artigo. Entre outros ingredientes, a receita para fabricar um coração em 3D passa por uma técnica que impede o fluido usado no início do processo de se deformar. Simplificando, o colagénio é depositado camada por camada num gel de suporte onde acaba por solidificar. Depois, aquecendo o gel desde a temperatura ambiente até à temperatura do corpo, é possível derretê-lo e removê-lo sem danificar a estrutura impressa feita de colagénio ou células.
Os investigadores acrescentam que o novo método pode ser usado com outra “matéria-prima”, além do colagénio. E mais: dizem ainda que qualquer um pode usar esta técnica, qualquer pessoa poderá ser capaz imprimir um coração humano. Para isso, foram lançados concursos abertos que permitem que “quase todos, desde laboratórios médicos até aulas de ciências do ensino secundário, possam construir e ter acesso a bio-impressoras 3D de baixo custo e alto desempenho.”
No futuro, a técnica também pode servir para reparar outras avarias do corpo humano. “O FRESH tem aplicações em muitos aspectos da medicina regenerativa, desde o tratamento de feridas até a bioengenharia de órgãos, mas é apenas uma parte de um campo crescente de biofabricação. É o resultado da união de várias tecnologias e conhecimentos, da informática à investigação em células estaminais, que tem sido explorada em laboratórios de todo o mundo. Eis a “promessa sem precedentes” que muitos investigadores aplaudem e que parece não ter limites. Para já, temos o coração aos pedaços.»
Os investigadores acrescentam que o novo método pode ser usado com outra “matéria-prima”, além do colagénio. E mais: dizem ainda que qualquer um pode usar esta técnica, qualquer pessoa poderá ser capaz imprimir um coração humano. Para isso, foram lançados concursos abertos que permitem que “quase todos, desde laboratórios médicos até aulas de ciências do ensino secundário, possam construir e ter acesso a bio-impressoras 3D de baixo custo e alto desempenho.”
No futuro, a técnica também pode servir para reparar outras avarias do corpo humano. “O FRESH tem aplicações em muitos aspectos da medicina regenerativa, desde o tratamento de feridas até a bioengenharia de órgãos, mas é apenas uma parte de um campo crescente de biofabricação. É o resultado da união de várias tecnologias e conhecimentos, da informática à investigação em células estaminais, que tem sido explorada em laboratórios de todo o mundo. Eis a “promessa sem precedentes” que muitos investigadores aplaudem e que parece não ter limites. Para já, temos o coração aos pedaços.»
(Créditos: artigo de Andrea Cunha Freitas publicado em 2 de Agosto último no jornal "Público")
quarta-feira, 22 de maio de 2019
quinta-feira, 11 de abril de 2019
O momento em que o mundo viu pela primeira vez um buraco negro
Pela primeira vez na história, cientistas conseguiram imagens de um objecto astronómico que Albert Einstein tinha previsto e imaginado. Para conseguir esta imagem do centro da galáxia M87, a 54 milhões de ano-luz da Terra, foram utilizados telescópios em vários pontos do globo.
terça-feira, 5 de março de 2019
E quanto valerá um automóvel eléctrico daqui a quatro anos?
Eis a opinião de Carlos Barbosa, Presidente do "Automóvel Club de Portugal", publicada na revista "ACP" número 771, de Fevereiro de 2019, sob o título "E quanto vale um elétrico daqui a quatro anos?". Com a devida vénia,
«O respeito pelos investimentos públicos e particulares é um dos vetores para uma mobilidade eficiente. Espera-se de um governante sentido de Estado, responsabilidade e respeito pelos cidadãos. Claramente ao Ministro do Ambiente e da Transição Energética faltam estas duas últimas características, mas sobram-lhe palavras e sentenças sem fundamento real.
Vamos a factos: mesmo na Alemanha, não são todos os carros a diesel que estão proibidos de circular nas cidades. Apenas os anteriores a norma Euro 5 e já existem veículos muito próximos do Euro 7 que podem andar em todo o lado. As limitações aos carros a diesel apenas se colocam para os mais antigos, logo mais poluentes. Caso do parque automóvel nacional, dos mais envelhecidos da Europa, coisa que não parece preocupar o Ministro do Ambiente.
E se os carros a diesel fossem proibidos de circular nas cidades, o que acontecia ao parque das polícias, das forças armadas, Bombeiros, INEM, que muito dele nem as zonas de emissões reduzidas respeita? E o parque de pesados de mercadorias? Como seriam abastecidas as cidades? Na sua outra tutela, a da transição energética, o cenário também é claro: ao contrário da Noruega, onde cada casa tem uma garagem, em Portugal são poucos os que tem estacionamento próprio. Como são feitos os carregamentos? E quem paga a conta da luz? Os condomínios?
O mercado é, porém, soberano. O preço dos automóveis não vai baixar nem os elétricos vão custar metade. E as energias alternativas? Onde existem em quantidade para fornecer os carros elétricos? Sejamos realistas. Os elétricos serão uma alternativa, mas o futuro vai ter sempre em maioria motores a combustão "plug-in" e cada vez mais limpos.»
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019
Ler em papel é mais eficaz do que ler em formato digital
Ler em papel é mais eficaz do que ler em formato digital, sobretudo quando se tem o tempo contado. Um estudo, em que foram analisadas as respostas de mais de 170 mil pessoas, alerta que é preciso pensar nesta questão no contexto da sala de aulas. Nos livros de ficção, a diferença é quase nula.
Há quem prefira ler em papel, mesmo não sabendo bem porquê. Agora, um estudo da Universidade de Valência, em Espanha, pode ajudar a justificar: os investigadores chegaram à conclusão de que existe uma "superioridade do papel" - quando se lê em papel, a compreensão do que é lido é maior, ao contrário do que acontece quando o mesmo conteúdo informativo é lido em ecrãs. E, para surpresa dos cientistas, isto é sobretudo flagrante em crianças, o que exige uma reflexão política sobre os métodos de ensino que devem ser utilizados nas salas de aulas.
(Fonte desta notícia: jornal "Público" de 26 de Fevereiro de 2019)
quinta-feira, 17 de janeiro de 2019
Aeroponia, a agricultura do futuro?
A aeroponia é uma técnica que consiste no cultivo de plantas suspensas no ar, aspergindo-as regularmente com um composto nutritivo.
Os defensores deste método afirmam que assim se consegue alcançar uma enorme poupança da água e da matéria orgânica utilizadas, dispensar o recurso a herbicidas e pesticidas e acelerar substancialmente os ciclos de produção, para além de tornar possível a exploração em múltiplos níveis verticais.
O exemplo apresentado a seguir mostra como em Newark, New Jersey, nos E.U.A., se transformou um edifício abandonado num enorme centro de agricultura aeropónica. Esta promissora técnica já está a ser aplicada em vários pontos do mundo.
quinta-feira, 8 de novembro de 2018
A SIC entrevistou o robô Sophia que disse ter medo de tomar banho...
É a primeira robô a ser considerada uma cidadã do mundo e um dos temas de conversa na Web Summit.
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