![](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiLRyfYimRcv5RSGnhtUI_2_upaOHy6nDCu0eVWfgUHLI5RoJCe9Obb38H6EmeYtUq3HxAhyphenhyphencsC-gXCjJ9ux3Wd8E8KpJgjv3t6hpYuud1Qhd6-DdoS3s9Dl6e0rVJBtZIS8WWak7hUjE0/s1600/Helena_Garrido.gif)
É este país que o Governo vê a crescer quase 3% em 2016 e com um excedente
externo nunca visto na sua história, após a segunda guerra mundial. É este país
que o Governo diz que vai voltar a ser capaz de crescer a um ritmo de 2,5% sem
criar desequilíbrios externos e orçamentais. Um país em que um empresário do
comércio usa o dia do trabalhador para fazer uma promoção, carregada de
suspeitas de estar a vender abaixo do custo, e que lança o caos e a desordem num
país empobrecido.
.../...Dez meses passados com este Governo, as únicas medidas visíveis são as que
reduziram salários, aumentaram o tempo de trabalho, facilitaram o despedimento e
agravaram impostos. Tinha de ser feito, sem dúvida. Mas onde estão as medidas
que também deviam ter sido tomadas? O que não foi feito nas parecerias
público-privadas, na energia e nos impostos será o grande travão a esse país de
prosperidade que o Governo vê nas suas previsões. Recuperação total dos salários
em 2018? Sem a coragem de enfrentar quem impede o país de crescer, 2018 quer
dizer nunca mais, nunca mais para os funcionários públicos, nunca mais para
todos nós. A prosperidade será uma miragem quase eterna.»
Sem comentários:
Enviar um comentário