No "Jornal de Notícias" online de hoje (link): «Ordem dos Médicos considera que o regime de incompatibilidades imposto no Serviço Nacional de Saúde, que reforça a exclusividade dos médicos no sector público, "põe em causa a liberdade" destes profissionais [.../...] e a própria sobrevivência do sistema.
Sobre a escolha que os médicos farão, se confrontados com a necessidade de optar pelo sector público ou pelo privado, Pedro Nunes limitou-se a frisar que "o SNS vai ter de pagar ordenados decentes aos que fiquem no público".
O bastonário da Ordem dos Médicos receia que, com esta medida, "os médicos de alguma qualidade abandonem o SNS".[.../...] "isto [exclusividade imposta] só funciona nos países em que os médicos ganham seis ou sete vezes mais, trabalham menos e reformam-se cedo".»
A ser verdadeiro o que foi publicado nos últimos dias, era isto mesmo que se impunha ser dito. E foi dito pela pessoa certa na altura própria. Há que reconhecer, desta vez, a oportunidade da intervenção do Dr. Pedro Nunes.
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