
Henrique Barros diz que dois em cada 1000 portugueses (escolhidos aleatoriamente) podem infectar outra pessoa, mesmo sem saber que estão a fazê-lo. Esse nível de risco aumenta numa refeição, quando a distância é menor e a máscara não está colocada.
Deste modo, justifica Henrique Barros, "se em cada família o risco é pequeno, isso multiplicado por milhares de reuniões desta natureza e desta dimensão corresponderá à ocorrência de muitas infecções".
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