O estudo publicado na semana passada na edição online da revista “The Lancet”, liderado por Victor Borja-Aburto, do Instituto Mexicano da Segurança Social, analisou os processos clínicos de 63.479 pessoas atendidas em estabelecimentos de saúde públicos com sintomas de gripe.
Os testes revelaram que, desse total, 6.945 pessoas - ou seja 11% - estavam realmente infectadas pelo vírus H1N1, tendo cerca de metade delas entre 10 e 39 anos.
Refere o estudo que os idosos que contraem a gripe A morrem mais do que os jovens: nos doentes com idades entre os 60 e 69 anos registou-se uma taxa de mortalidade de 5,7% de mortes e, nos doentes com mais de 70 anos, essa taxa foi de 10,3%. Em contraste, a taxa de morte entre os infectados na faixa etária dos 20 anos foi de 0,9%.
Publicado no site da Univadis (link)
O artigo original pode ser encontrado aqui
A leitura do artigo original permite constatar ainda que: (1) o risco de infecção pelo vírus H1N1 foi mais baixo naqueles que haviam sido vacinados para a gripe sazonal; (2) o atraso na admissão e a presença de doenças crónicas se associaram a aumento de risco de morte.
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