terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Croissants

Gosto de croissants. Simples ou com compota. De preferência ao pequeno almoço.

Li, há pouco mais de um mês, numa das revistas "Visão", que o croissant terá sido criado na Áustria, em 1683, por padeiros vienenses, para celebrar a vitória sobre os turcos otomanos no cerco de Viena. De seu nome original horchen (significa "pequeno corno"), sugerindo o quarto crescente da bandeira turca, era preparado com uma massa de pão levedada, enriquecida com leite e manteiga, já nessa altura recheada com diferentes compotas. Actualmente é confeccionado com farinha, açúcar, sal, leite, fermento, manteiga e ovo.

Chegou depois a França, mais concretamente a Paris, em 1770, trazido pela rainha Maria Antonieta, nascida na Áustria. Tornou-se famoso e ganhou o nome de croissant. Para ser diferente, os franceses optaram por fazê-lo com massa folhada.

O croissant terá chegado a Portugal por altura das Invasões Francesas, no início do século XIX. E se no Porto ficou conhecido pela confecção em massa brioche, em Lisboa é mais comum usar a massa folhada, ou seja, coexistem as duas versõs do mesmo bolo.

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