Esta comédia romântica ("No Strings Attached"), com pouca graça e mesmo algum bocejo pelo meio, faz-nos lamentar o desperdício de talento dos actores e das actrizes que interpretam as principais personagens.
Emma (Natalie Portman) e Adam (Ashton Kutcher), são amigos de infância. Num dia de carências afectivas, beijam-se e fazem amor. Adam sente que pode ter encontrado a mulher da sua vida, mas Emma, com medo de poder ter liquidado uma amizade de décadas, convence-o a formar um pacto que presume que, além de sexo, nada mais pode acontecer entre eles: nem flores, nem recadinhos de amor, promessas, fidelidade ou discussões de apaixonados. Ou seja, Emma encarna o papel do estereotipo masculino enquanto que Adam acaba por assumir o característico sentimentalismo feminino...
A história e o argumento são de Elizabeth Meriwether (só uma mulher poderia ter imaginado pôr Ashton Kutcher a interpretar uma mal amanhada cena doméstica de nu masculino em que se exibe para as respectivas locatárias e uma outra com o protagonista a presentear o mesmo grupo feminino com uma original compilação de canções alusivas à menstruação, canções em que repetem as palavras bleeding ou blood, pois claro!). A direcção, bastante permissiva, como se deduz, é de Ivan Reitman. Pelo meio ainda aparece Kevin Kline, a interpretar um disparatado Alvin, o pai pretensamente famoso de Adam.
A história e o argumento são de Elizabeth Meriwether (só uma mulher poderia ter imaginado pôr Ashton Kutcher a interpretar uma mal amanhada cena doméstica de nu masculino em que se exibe para as respectivas locatárias e uma outra com o protagonista a presentear o mesmo grupo feminino com uma original compilação de canções alusivas à menstruação, canções em que repetem as palavras bleeding ou blood, pois claro!). A direcção, bastante permissiva, como se deduz, é de Ivan Reitman. Pelo meio ainda aparece Kevin Kline, a interpretar um disparatado Alvin, o pai pretensamente famoso de Adam.

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