Os professores da Bauhaus no terraço do edifício Bauhaus em Dessau. A partir da esquerda: Josef Albers, Hinnerk Scheper, Georg Muche, László Moholy-Nagy, Herbert Bayer, Joost Schmidt, Walter Gropius, Marcel Breuer, Vassily Kandinsky, Paul Klee, Lyonel Feininger, Gunta Stölzl e Oskar Schlemmer.«Arquitectos, escultores, pintores, todos devemos retornar ao artesanato. A arte não é uma profissão. Não há nenhuma diferença essencial entre o artista e o artesão. Em raros momentos de inspiração, que escapam ao controlo da vontade, a graça divina pode fazer com que o trabalho possa resultar em arte, entretanto, a base do "saber fazer" é indispensável para todo artista. Aí se encontra a fonte imaginação criativa. Formemos, portanto, uma nova comunidade de artífices sem distinção de classes, distinção essa que ergue uma barreira de arrogância entre o artesão e o artista. Juntos, concebamos e criemos o novo edifício do futuro, o qual congregará arquitectura, escultura e pintura numa só unidade e será erguida, um dia, em direcção ao céu pelas mãos de milhões de trabalhadores, como símbolo de cristal de uma nova fé.»
Manifesto Bauhaus, Walter Gropius
Weimar, Abril de 1919
Weimar, Abril de 1919
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