Ontem, a viagem de regresso do Algarve decorreu debaixo de franco mau tempo (chuva, por vezes torrencial com nevoeiro nalguns locais) até à região de Grândola. A partir daí a melhoria foi-se notando. À chegada à cidade do Porto, noite cerrada, o céu estava algo nublado, mas não havia vestígios de chuva. Ou seja, desta vez, havia muito pior tempo no sul do país do que no centro e no norte. O que é o inverso da situação habitual, como é sabido.
Hoje o regresso à vida comum, o dia-a-dia rotineiro. Mas será que não devemos lutar contra a rotina? Tentar mudar, nem que seja um pouco de cada vez, os hábitos, os procedimentos, a nossa prática? Ou trabalhar de maneira diferente para atingir os nossos objectivos? E porque não procurar alcançar outros projectos ou desígnios, ainda que menos ambiciosos?
Hoje o regresso à vida comum, o dia-a-dia rotineiro. Mas será que não devemos lutar contra a rotina? Tentar mudar, nem que seja um pouco de cada vez, os hábitos, os procedimentos, a nossa prática? Ou trabalhar de maneira diferente para atingir os nossos objectivos? E porque não procurar alcançar outros projectos ou desígnios, ainda que menos ambiciosos?
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