No jornal "I Hoje"(link), a propósito da baixa adesão à vacinação contra a gripe "A" por parte dos grupos de risco, pode ler-se:
.../... «Perante a emergência da pandemia, os países fizeram contas à população a vacinar - Portugal comprou doses para 3 milhões, que custaram 45 milhões de euros. Mas, depois da decisão tomada, dois factos vieram mudar as regras do jogo. A EMEA [Agência Europeia do Medicamento] confirmou que é necessário apenas uma dose, em vez de duas, para imunizar cada pessoa, duplicando as reservas entretanto adquiridas. E a população não está convencida da sua segurança e utilidade, recusando-se a aderir à campanha.».../...
Claro que vão sobrar vacinas. Pois se relativamente à prevenção da gripe sazonal, cuja mortalidade anual é comprovadamente superior à da gripe "A", a adesão dos grupos de risco é habitualmente baixa, como convencer a população portuguesa a vacinar-se para prevenir uma gripe que, embora de características pandémicas, tem reduzida agressividade? Ainda por cima com a contribuição do enorme "ruído" criado pelos media acerca da eventual não inocuidade da própria vacina.
.../... «Perante a emergência da pandemia, os países fizeram contas à população a vacinar - Portugal comprou doses para 3 milhões, que custaram 45 milhões de euros. Mas, depois da decisão tomada, dois factos vieram mudar as regras do jogo. A EMEA [Agência Europeia do Medicamento] confirmou que é necessário apenas uma dose, em vez de duas, para imunizar cada pessoa, duplicando as reservas entretanto adquiridas. E a população não está convencida da sua segurança e utilidade, recusando-se a aderir à campanha.».../...
Claro que vão sobrar vacinas. Pois se relativamente à prevenção da gripe sazonal, cuja mortalidade anual é comprovadamente superior à da gripe "A", a adesão dos grupos de risco é habitualmente baixa, como convencer a população portuguesa a vacinar-se para prevenir uma gripe que, embora de características pandémicas, tem reduzida agressividade? Ainda por cima com a contribuição do enorme "ruído" criado pelos media acerca da eventual não inocuidade da própria vacina.
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