António Barreto, sobre o Serviço Nacional de Saúde, durante a sessão comemorativa do 55.º aniversário do Hospital de Santa Maria:«Quem defende o serviço público considera que a liberdade de escolha é um atentado e a destruição daquele; quem prefere a liberdade de escolha entende que o serviço nacional é ineficaz, injusto, burocrático e fonte de desperdício ou de corrupção.»
Para António Barreto, «assim, não há saída», defendendo que é na conciliação destes opostos que reside a «única solução»
«Há Serviço Nacional de Saúde com e sem liberdade de escolha. Como há Medicina Privada e liberdade de escolha com ou sem Serviço Nacional de Saúde»
«A associação entre a liberdade e a solidariedade é a garantia de preservação e desenvolvimento do serviço público»
Ver em "Tempo Medicina Online", aqui
Sem comentários:
Enviar um comentário